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Artigos

22 de junho de 2026
“A arte não reproduz o que vemos, ela faz ver.” Paul Klee Muito da inteligência artesanal que discorremos aqui se...
15 de junho de 2026
25 de novembro de 2025
“Cabeça pensa onde o pé pisa”, diz Frei Betto. Os sonhos não podem estar nas nuvens. Arrisco dizer que são...

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6 de outubro de 2025
Nossos cérebros adoram novidade. As redes sociais exploram essa brecha, o mercado exige inovação. Queremos sempre algo novo. No senso...
11 de setembro de 2025
Lembrar é o presente de uma viagem no tempo. A memória constrói uma ponte que conecta passado, presente e futuro....
19 de agosto de 2025
O fazer artesanal sempre se enlaça no tempo,  pede espaço, enquanto cria outro tempo. Quem cultiva a qualidade manual em...
15 de julho de 2025
 ‘Trazer de volta’: é isso que significa o termo ‘relatio’, origem da nossa palavra “relação”, em latim. Ela também quer...
16 de junho de 2025
Já parou pra pensar que o fato de sermos bípedes nos possibilitou desenvolver um outro modo de aprender com o...

Inspira

Ensaios, estudos, pesquisas de um mundo feito à mão.

O BORDADO NA FOTOGRAFIA
Os três textos que se seguem aqui são camadas de um aprendizado que vivencio na prática desde 2018, quando comecei a organizar experiências de bordado em fotografia junto com o grupo SP Feita a Mão, e que compartilho agora.

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Apoie o movimento

O movimento da Revolução Artesanal tem muitas ações que precisam de apoio financeiro para existir e se sustentar.
O conjunto destas ações é a expressão do movimento que cria futuros, que cria terrenos possíveis para a materializações deste mundo feito à mão.

ARTESANAL - MANIFESTO

As mãos como ponte dos afetos de dentro para fora
dão forma ao pensamento, à singular expressão.

O artesanal mobiliza o que há de mais humano em nós:
imaginar, criar e fazer,
dar sentido às emoções, memórias, relações,
dar formas, cores, sabores, funções,
dar movimento e beleza.

Nosso ativismo artesanal acontece no “fazendo”:
no olhar sobre e para o mundo,
na escolha de como consumimos e ocupamos o mundo,
na valorização do pequeno, do local e do autoral,
no manejo do corpo com as ferramentas e os materiais,
no aprendizado com o erro, a repetição e o tempo do fazer,
no contato com a natureza e nossas raízes artesãs.

É no “fazendo” que nos colocamos
corajosamente em atrito com o nosso fazer;
é no “fazendo” que transformamos
as coisas, a nós mesmos e o mundo para,
aos poucos,
reacender a sabedoria que está dentro de nós,
de cada um de nós,
de nossa ancestralidade e
do que queremos criar com sentido neste mundo.

Por um mundo feito à mão, um mundo feito por nós!