Autoconhecimento e bem-estar

28 de agosto de 2026
Saúde: a capacidade de sentir  “…o erótico atua de maneira aberta e destemida, a capacidade para a alegria. No modo...
31 de julho de 2026
Uma inteligência ganha forma quando encontra vida em nós. A maneira como ela se expressa, revela quem somos e a...
6 de outubro de 2025
Nossos cérebros adoram novidade. As redes sociais exploram essa brecha, o mercado exige inovação. Queremos sempre algo novo. No senso...
17 de março de 2025
Nossas mãos contam histórias. Elas trazem linhas de leitura, trazem espaços para adereços, fazeres e afazeres. São símbolos de uma...
7 de março de 2025
Falar sobre nós, seres humanos, é falar sobre o que nos diferencia de todos os outros reinos. É trazer para...
27 de fevereiro de 2025
Que sentidos atribuímos aos nossos fazeres? O que esses sentidos revelam sobre nossa conduta, nossos desejos, nossas relações e expressão...
27 de outubro de 2023
Tentando descortinar esses novos surgimentos. Novas tecnologias vêm aí e, com elas, um novo pensar vai entrando em transe, superficial,...
26 de setembro de 2023
Essa história começa lá atrás quando em algum momento decidimos que não faríamos uma viajem para fora do Brasil sem...
21 de setembro de 2022
Quando falamos de um laboratório de cores, falamos de dias vividos na floresta de um lugar que nos mostra a...
4 de março de 2022
Para onde vou quando começo um fazer artesanal? A sensação é clara, algo muda… parece que paro de pensar, a...

ARTESANAL - MANIFESTO

As mãos como ponte dos afetos de dentro para fora
dão forma ao pensamento, à singular expressão.

O artesanal mobiliza o que há de mais humano em nós:
imaginar, criar e fazer,
dar sentido às emoções, memórias, relações,
dar formas, cores, sabores, funções,
dar movimento e beleza.

Nosso ativismo artesanal acontece no “fazendo”:
no olhar sobre e para o mundo,
na escolha de como consumimos e ocupamos o mundo,
na valorização do pequeno, do local e do autoral,
no manejo do corpo com as ferramentas e os materiais,
no aprendizado com o erro, a repetição e o tempo do fazer,
no contato com a natureza e nossas raízes artesãs.

É no “fazendo” que nos colocamos
corajosamente em atrito com o nosso fazer;
é no “fazendo” que transformamos
as coisas, a nós mesmos e o mundo para,
aos poucos,
reacender a sabedoria que está dentro de nós,
de cada um de nós,
de nossa ancestralidade e
do que queremos criar com sentido neste mundo.

Por um mundo feito à mão, um mundo feito por nós!