Arte e Cultura

9 de setembro de 2021
Um chamado a uma Revolução Artesanal Chegamos ao limite. As estruturas não nos representam, as notícias nos aterrorizam, os extremos...
1 de setembro de 2021
Nas mãos o fazer da renda renascença, na voz os cantos de trabalho, no gesto e na prática ensinar, educar,...
16 de agosto de 2021
Espaço e objetos como espelhos do olhar É visível o valor que Cristiane Rosenbaum confere à arte e aos artistas...
10 de agosto de 2021
Programa Por um Mundo feito à Mão Em julho, enquanto estávamos na Amazônia, gravamos o 1º episódio da segunda temporada...
29 de março de 2021
“A arte inventa a realidade. […] A arte é feita porque a vida não basta.” (Ferreira Gullar, em Porque a...
12 de março de 2021
Encantamento. A primeira palavra-ponto desta entrevista tecida com Adélia Borges, uma mulher brasileira, que dedica já metade de sua vida...
21 de dezembro de 2020
… dos aprendimentos de 2020  “[…] Estudara nos livros demais. Porém aprendia melhor no ver, no ouvir, no pegar, no...
28 de setembro de 2020
Sobre fazeres alienantes e fazeres  humanizantes Iniciamos este mês o percurso do Despertar do fazer-se, nosso primeiro evento híbrido com...
9 de setembro de 2020
Para além do business plan Sabemos que o fazer artesanal tem múltiplos sinônimos ligados ao cotidiano, à autopercepção e à...
20 de julho de 2020
No encontro com projetos engavetados Estes tempos atípicos têm revelado muito de nós. O chamado à pausa e à reinvenção...

ARTESANAL - MANIFESTO

As mãos como ponte dos afetos de dentro para fora
dão forma ao pensamento, à singular expressão.

O artesanal mobiliza o que há de mais humano em nós:
imaginar, criar e fazer,
dar sentido às emoções, memórias, relações,
dar formas, cores, sabores, funções,
dar movimento e beleza.

Nosso ativismo artesanal acontece no “fazendo”:
no olhar sobre e para o mundo,
na escolha de como consumimos e ocupamos o mundo,
na valorização do pequeno, do local e do autoral,
no manejo do corpo com as ferramentas e os materiais,
no aprendizado com o erro, a repetição e o tempo do fazer,
no contato com a natureza e nossas raízes artesãs.

É no “fazendo” que nos colocamos
corajosamente em atrito com o nosso fazer;
é no “fazendo” que transformamos
as coisas, a nós mesmos e o mundo para,
aos poucos,
reacender a sabedoria que está dentro de nós,
de cada um de nós,
de nossa ancestralidade e
do que queremos criar com sentido neste mundo.

Por um mundo feito à mão, um mundo feito por nós!