Cultura do Fazer Manual

23 de fevereiro de 2021
“caminho, penso, sou.. para tentar mudar alguma coisa” (Cristiane Grando, em Caminantes) Retomada é a palavra que vem sendo usada...
5 de fevereiro de 2021
Reacenda sua autoria por meio dos fazeres manuais É comum pensarmos no campo da autoria ligado à arte da escrita,...
22 de janeiro de 2021
Começa 2021. Com os ecos do vivido no 2020, chegamos a nova década a passos curtos, incertos, cheios de perguntas...
21 de dezembro de 2020
… dos aprendimentos de 2020  “[…] Estudara nos livros demais. Porém aprendia melhor no ver, no ouvir, no pegar, no...
10 de dezembro de 2020
O que ecoou nos encontros do Despertar do Fazer(se) e nas oficinas do Manifestar. Escolher palavras para expressar o vivido...
24 de novembro de 2020
Se nossas mãos falassem, que histórias elas contariam de 2020?  Num ano que nos pediu assepsia, distanciamento e atenção no...
12 de novembro de 2020
Sobre formas artesanais não óbvias O que você imagina quando lê e ouve a palavra artesanal? Talvez sua mente te...
2 de novembro de 2020
Mundo Manifesto O mundo se manifesta a partir daquilo que criamos e damos forma. Um universo que vem cheio de...
29 de outubro de 2020
“Para que o cérebro da cabeça soubesse o que era a pedra, foi preciso primeiro que os dedos a tocassem,...
22 de outubro de 2020
Quando passamos por mudanças extremas, como as vividas este ano, as coisas parecem se desorganizar tanto externa quanto internamente. Podemos...

ARTESANAL - MANIFESTO

As mãos como ponte dos afetos de dentro para fora
dão forma ao pensamento, à singular expressão.

O artesanal mobiliza o que há de mais humano em nós:
imaginar, criar e fazer,
dar sentido às emoções, memórias, relações,
dar formas, cores, sabores, funções,
dar movimento e beleza.

Nosso ativismo artesanal acontece no “fazendo”:
no olhar sobre e para o mundo,
na escolha de como consumimos e ocupamos o mundo,
na valorização do pequeno, do local e do autoral,
no manejo do corpo com as ferramentas e os materiais,
no aprendizado com o erro, a repetição e o tempo do fazer,
no contato com a natureza e nossas raízes artesãs.

É no “fazendo” que nos colocamos
corajosamente em atrito com o nosso fazer;
é no “fazendo” que transformamos
as coisas, a nós mesmos e o mundo para,
aos poucos,
reacender a sabedoria que está dentro de nós,
de cada um de nós,
de nossa ancestralidade e
do que queremos criar com sentido neste mundo.

Por um mundo feito à mão, um mundo feito por nós!