Consumo consciente e compartilhado

23 de dezembro de 2025
Tendemos a pensar que futuro vem de mãos dadas às máquinas e tecnologias. Ao mesmo tempo que chegamos em um...
19 de agosto de 2025
O fazer artesanal sempre se enlaça no tempo,  pede espaço, enquanto cria outro tempo. Quem cultiva a qualidade manual em...
17 de março de 2025
Nossas mãos contam histórias. Elas trazem linhas de leitura, trazem espaços para adereços, fazeres e afazeres. São símbolos de uma...
7 de março de 2025
Falar sobre nós, seres humanos, é falar sobre o que nos diferencia de todos os outros reinos. É trazer para...
27 de fevereiro de 2025
Que sentidos atribuímos aos nossos fazeres? O que esses sentidos revelam sobre nossa conduta, nossos desejos, nossas relações e expressão...
24 de setembro de 2024
Relato por Ciça Costa a partir dos dias vividos na Comunidade Tumbira e uma observação viva de onde nascem as...
26 de setembro de 2023
Essa história começa lá atrás quando em algum momento decidimos que não faríamos uma viajem para fora do Brasil sem...
19 de junho de 2023
Falar sobre o consumo irresponsável, violências diárias e produtividade a todo custo e as alternativas subversivas nunca é demais. Para...
26 de abril de 2023
Somos feitos de linguagem construída a base de histórias nas relações parentais, amorosas e de amizades e com uma cola...
4 de abril de 2023
“A Terra é mais do que apenas uma casa, é um sistema vivo e nós fazemos parte dele” James Lovelock...

ARTESANAL - MANIFESTO

As mãos como ponte dos afetos de dentro para fora
dão forma ao pensamento, à singular expressão.

O artesanal mobiliza o que há de mais humano em nós:
imaginar, criar e fazer,
dar sentido às emoções, memórias, relações,
dar formas, cores, sabores, funções,
dar movimento e beleza.

Nosso ativismo artesanal acontece no “fazendo”:
no olhar sobre e para o mundo,
na escolha de como consumimos e ocupamos o mundo,
na valorização do pequeno, do local e do autoral,
no manejo do corpo com as ferramentas e os materiais,
no aprendizado com o erro, a repetição e o tempo do fazer,
no contato com a natureza e nossas raízes artesãs.

É no “fazendo” que nos colocamos
corajosamente em atrito com o nosso fazer;
é no “fazendo” que transformamos
as coisas, a nós mesmos e o mundo para,
aos poucos,
reacender a sabedoria que está dentro de nós,
de cada um de nós,
de nossa ancestralidade e
do que queremos criar com sentido neste mundo.

Por um mundo feito à mão, um mundo feito por nós!