Autoconhecimento e bem-estar

31 de março de 2020
Uma geleia, um fazer, muitos significados Estou fazendo geleia. Sim, com frutas da época, açúcar cristal, no tacho de cobre....
25 de março de 2020
Se as águas de março antes fechavam verão, este ano elas nos submergiram num outono muito diferente de tudo o...
27 de novembro de 2019
Há uma potência de sentidos no verbo “ocupar”. Sua bagagem latina (occupare) nos remete à ação de tomar posse e...
4 de setembro de 2019
Em junho/2019 aconteceu o Festival do Fazer. Dois dias intensos de muita potência e criação. O momento do festival passou...
13 de agosto de 2019
No dia 29 de julho deste ano, atingimos a sobrecarga da Terra. Isso significa que nós, humanos, esgotamos os recursos...
26 de julho de 2019
Experimentar-se é um ato de coragem. Tornar-se instrumento de múltiplos fazeres manuais é abrir espaço para descobertas, revelações e decepções....
18 de julho de 2019
O fazer artesanal, … assim como as narrativas orais (estórias), tinha uma característica marcante: ser passado de geração para geração....
16 de abril de 2019
A revolução artesanal de Erika Brasil (Serei a Folha) O que acontece quando a gente sabe nosso propósito, empreende nossa...
5 de fevereiro de 2019
O fazer manual que constrói caminhos de autoria, autonomia, ressignificados por meio da arte. Neste programa Flavio Capi, Bia Lira...
17 de janeiro de 2019
O artesão de que gostaria de falar não é uma definição restritiva a um modo de produção, tipo de produto...

ARTESANAL - MANIFESTO

As mãos como ponte dos afetos de dentro para fora
dão forma ao pensamento, à singular expressão.

O artesanal mobiliza o que há de mais humano em nós:
imaginar, criar e fazer,
dar sentido às emoções, memórias, relações,
dar formas, cores, sabores, funções,
dar movimento e beleza.

Nosso ativismo artesanal acontece no “fazendo”:
no olhar sobre e para o mundo,
na escolha de como consumimos e ocupamos o mundo,
na valorização do pequeno, do local e do autoral,
no manejo do corpo com as ferramentas e os materiais,
no aprendizado com o erro, a repetição e o tempo do fazer,
no contato com a natureza e nossas raízes artesãs.

É no “fazendo” que nos colocamos
corajosamente em atrito com o nosso fazer;
é no “fazendo” que transformamos
as coisas, a nós mesmos e o mundo para,
aos poucos,
reacender a sabedoria que está dentro de nós,
de cada um de nós,
de nossa ancestralidade e
do que queremos criar com sentido neste mundo.

Por um mundo feito à mão, um mundo feito por nós!