Autoconhecimento e bem-estar

18 de agosto de 2020
Sobre fim e início de ciclos Por aqui, no blog, tecemos convites à reflexão com temas que nos encontram no...
20 de julho de 2020
No encontro com projetos engavetados Estes tempos atípicos têm revelado muito de nós. O chamado à pausa e à reinvenção...
12 de junho de 2020
“Eu lembro como tudo parece bobo de manhã (de novo).” (Joe Brainard, I remember, 1970) “Eu me lembro das noites...
29 de maio de 2020
A PRESENÇA DA REVOLUÇÃO ARTESANAL Entre o ontem e o amanhã, hoje estamos caminhando, seguimos por aqui observando o fazer...
28 de abril de 2020
“O vento varria as folhas, O vento varria os frutos, O vento varria as flores… E a minha vida ficava...
16 de abril de 2020
Em meio a notícias desencontradas, encontros virtuais para nutrir a rede de trabalho e pessoal, redes sociais atulhadas de relatos...
9 de abril de 2020
Como as minúcias das nossas escolhas podem gerar grandes mudanças Imagina uma pessoa feliz ao arrumar sua cama, hoje! Pronto!...
31 de março de 2020
Uma geleia, um fazer, muitos significados Estou fazendo geleia. Sim, com frutas da época, açúcar cristal, no tacho de cobre....
25 de março de 2020
Se as águas de março antes fechavam verão, este ano elas nos submergiram num outono muito diferente de tudo o...
27 de novembro de 2019
Há uma potência de sentidos no verbo “ocupar”. Sua bagagem latina (occupare) nos remete à ação de tomar posse e...

ARTESANAL - MANIFESTO

As mãos como ponte dos afetos de dentro para fora
dão forma ao pensamento, à singular expressão.

O artesanal mobiliza o que há de mais humano em nós:
imaginar, criar e fazer,
dar sentido às emoções, memórias, relações,
dar formas, cores, sabores, funções,
dar movimento e beleza.

Nosso ativismo artesanal acontece no “fazendo”:
no olhar sobre e para o mundo,
na escolha de como consumimos e ocupamos o mundo,
na valorização do pequeno, do local e do autoral,
no manejo do corpo com as ferramentas e os materiais,
no aprendizado com o erro, a repetição e o tempo do fazer,
no contato com a natureza e nossas raízes artesãs.

É no “fazendo” que nos colocamos
corajosamente em atrito com o nosso fazer;
é no “fazendo” que transformamos
as coisas, a nós mesmos e o mundo para,
aos poucos,
reacender a sabedoria que está dentro de nós,
de cada um de nós,
de nossa ancestralidade e
do que queremos criar com sentido neste mundo.

Por um mundo feito à mão, um mundo feito por nós!